Vejo uma folha descer o rio, ela vem e vai e passa. Vejo a espuma num rodopio e ela também vem e passa. Parece que só eu fico. Vejo tudo sumir ao longe, na curva distante abaixo do rio. Algo espreita do outro lado. As árvores assistem. O vento se cala. Um breve sorriso. É hora de me jogar das pedras, hora de acompanhar as águas.
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